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O meu Deus é o Deus do Impossível

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Homenagem dia das mães!


Mamãe! Que palavra mais doce! Nos trás segurança e proteção. Sua abreviatura: MÃE - Palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria.

Mãe... Só em pronunciar este nome já me trás alegria...
Ela nos carrega dentro de si durante meses, nos acaricia, nos alimenta, nos ensina a sobreviver; ela ri conosco, chora por nos ver sofrer, quer o nosso bem como ninguém e mais do que a si própria. Acho que não é por acaso que ao nascermos dizem que ela deu a luz. Mãe é iluminada mesmo! Ela gera sua cria em meio a dor, e faz ou faria tudo de novo para nos ter. O amor delas por nós é comparado ao amor de Deus pela humanidade. Isso para nós sabermos que o sentimento chamado "amor de mãe" não é pouca coisa.

Depois de criar seus frutos que crescem cada um com um sabor e forma, ela continua a nos ver como semente. Mesmo ao atingirmos certa idade, para elas, seremos sempre crianças. E é justamente como Deus quer que sejamos.


É contraditório quando ao recebermos tamanho amor, ignoramos tanta dedicação e renúcnia. Olha, infelizmente, não damos o valor máximo que ela merece. Não podemos esperar chegar uma data comemorativa para expressarmos toda gratidão e alegria que sentimos em tê-las como Mãe! E devemos lembrar que é mandamento de Deus honrá-la. Ex. 20.12

E você sabe que mãe faz o papel mais difícil em casa, né? Enquanto o pai faz nossas vontades, ela impõe limitações. Mas, mesmo assim, ela sabe ser doce quando é dura. Quando criança detestamos suas broncas, mas quando crescemos, agradecemos por toda repreensão que forma nossa personalidade e caráter.

Eu já chamei minha mãe de chata, com os lábios e em pensamento. Mais no fundo como seria bom se todos fossem chatos assim. Algúem que só quer o nosso bem e fala a verdade sem passar a mão em nossas cabeças. Na vida as pessoas falam o que queremos ouvir só para permanecerem "boazinhas", mas nem sempre o que dizem é o melhor para nós. Mãe tem visão de águia! Ela vê lá na frente; e quando não obedecemos ela diz aquela famosa frase que tantas vezes me irritou: - Eu já sabia que seria assim! Como somos teimosos e as vezes inconsequentes; queremos pagar para ver e aprendemos com as dores por não querermos ouvir a voz da experiência. Eu dizia: - Você já teve suas experiências, agora deixa eu quebrar a cara e ter as minhas! rsrsrsrs Olha, não pense que fui quando adolescente, uma filha má. Eu só queria ser "independente"! Quando crescemos descobrimos que é praticamente impossível essa façanha, já que dependemos um dos outros para sobrevivermos. Dependemos do trânsito, do motorista de ônibus, do salário, do tempo, do marido, do governo... Ufa!

Bom, vamos voltar ao foco Mãe para dar uma leveza. Vou falar de algumas profissões que elas exercem, mesmo sendo do lar:
Quando eu sentia sono ela era cantora;
Quando fico doente ela é médica;
Quando questiono sobre a vida ela é psicóloga;
Quando tenho dúvidas nos estudos ela é professora;
Quando sinto fome ela é chefe de cozinha;
Quando preciso de palavra ou oração ela é minha pastora;
Quando erro ela é minha advogada e por aí vai;
Em matemática elas não são muito boas: Ao dividir algo conosco que tanto queremos, elas nos dão a maior parte. A mãe se sacia em ver sua cria satisfeita. E olha, que elas não recebem nada por isso!!! Esse amor é totalmente sem interesse.


Mãeeeeee! Quando estamos em socorro esse é o primeiro nome que chamamos. - Eu quero a minha mãeeee!!!

Mãe... Minha mãe...
Se ela fosse personagem de desenho seria mulher maravilha;
Se ela fosse atriz receberia o oscar;
Se ela fosse um elevador, caberia todo mundo;
Se ela não fosse minha, desejaria que fosse!

Mãe... Todas as mães:

Seja você mãe biológica, espiritual, adotiva, solteira, casada, separada, desquitada, viúva, morta... Não importa sua posição querida mãe. Você é insubstituivel! E somos parte de você fisicamente e como ser humano. Por isso digo quando me perguntam sobre uma mulher admirável. Eu logo respondo sem titubiar - Minha mãe!

Bom, marcamos este dia para dizer para alguém que é importante todos dos dias: - Feliz dia das mães!


Texto inspirado na minha mãe Sandra Regina Tricárico da Silva

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Censo 2010 vai começar no dia 1º de agosto



O Censo 2100 começará no dia 1º de agosto e vai mobilizar 191,9 mil pesquisadores. Durante três meses, serão visitados 58 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros. As pessoas poderão optar por informar os dados pela internet, e, para isso, receberão uma senha do recenseador, que dará acesso ao sistema do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os primeiros dados do Censo 2010 serão divulgados em dezembro de 2010 e a partir de 2011 serão apresentados os resultados definitivos e temáticos.

O IBGE lançou o Censo 2010 na manhã desta quarta-feira (5), em cerimônia realizada no Ministério do Planejamento. Os pesquisadores vão usar crachá do instituto, além de boné e colete, e trabalharão com um aparelho equipado com GPS (para localização geográfica) que vai criptografar as informações digitadas, para garantir a inviolabilidade.

O governo vai fazer uma campanha para conscientizar a população sobre a importância de responder às perguntas dos recenseadores.
O presidente do IBGE destacou que os resultados finais vão contribuir para a formulação de políticas públicas e serão importantes para determinar, por exemplo, a quantidade de vereadores nos municípios, que é baseada na população residente, assim como os critérios para repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que recebe recursos da União.

Também será possível analisar a evolução das camadas da população depois do último censo, realizado no ano 2000, destacou Nunes. O país poderá conhecer ainda dados sobre as moradias, relações de parentesco entre a população, a taxa de fecundidade, o nível educacional e sobre trabalho, renda, cor e raça, religião, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

A origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vitrine - artigo - Abril, S.P., 1999

segunda-feira, 3 de maio de 2010