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O meu Deus é o Deus do Impossível

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Censo 2010 vai começar no dia 1º de agosto



O Censo 2100 começará no dia 1º de agosto e vai mobilizar 191,9 mil pesquisadores. Durante três meses, serão visitados 58 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros. As pessoas poderão optar por informar os dados pela internet, e, para isso, receberão uma senha do recenseador, que dará acesso ao sistema do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os primeiros dados do Censo 2010 serão divulgados em dezembro de 2010 e a partir de 2011 serão apresentados os resultados definitivos e temáticos.

O IBGE lançou o Censo 2010 na manhã desta quarta-feira (5), em cerimônia realizada no Ministério do Planejamento. Os pesquisadores vão usar crachá do instituto, além de boné e colete, e trabalharão com um aparelho equipado com GPS (para localização geográfica) que vai criptografar as informações digitadas, para garantir a inviolabilidade.

O governo vai fazer uma campanha para conscientizar a população sobre a importância de responder às perguntas dos recenseadores.
O presidente do IBGE destacou que os resultados finais vão contribuir para a formulação de políticas públicas e serão importantes para determinar, por exemplo, a quantidade de vereadores nos municípios, que é baseada na população residente, assim como os critérios para repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que recebe recursos da União.

Também será possível analisar a evolução das camadas da população depois do último censo, realizado no ano 2000, destacou Nunes. O país poderá conhecer ainda dados sobre as moradias, relações de parentesco entre a população, a taxa de fecundidade, o nível educacional e sobre trabalho, renda, cor e raça, religião, entre outros.

Fonte: Agência Brasil

A origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.


Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vitrine - artigo - Abril, S.P., 1999

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Classificação dos países perseguidos

Você está sofrendo?

Quem nunca se sentiu sozinho quando mais precisava de ajuda? Quem nunca chorou por querer muito algo que não tem? Quem nunca se indignou com uma injustiça? Quem nunca ansiou pela concretização de um sonho? A verdade é que todos nós seres humanos, passamos momentos difíceis, todos nós desejamos ser diferente em alguma coisa, seja você de Deus ou não. Afinal, a chuva vem para os bons e maus.

O detalhe que diferencia este momento que chamamos de deserto é a maneira como nos comportamos no momento da dor. A escola "deserto" que nos amadurece como pessoa é essencial na nossa vida. Infelizmente, não fomos preparados para sofrer ou para perder. Só queremos ganhar, mas é justamente nos momentos em que a adversidade nos sufoca, que estamos aprendendo a dar valor as alegrias que tanto ansiamos. Precisamos entender o agir de Deus, seja você cristão ou não. Saia da posição de vítima! Encare as circunstâncias que lhe parece um castigo, como algo benéfico para toda sua existência.

Sabe, eu mesma já passei por cada situação na minha vida, que pensei que não aguentaria. E quando acabou, eu pude rir e dar graças a Deus por aqueles momentos que me faziam chorar. O motivo da minha alegria se transformava em algo mais prazeroso, se eu não tivesse gemido tanto.

Confesso que neste instante estou passando por uma grande luta, que talvez, para você, não seria nada! Demorei muito para assimilar que era Deus quem estava no controle. Comecei a achar que meus inimigos haviam prevalecido. Esqueci por um instante que tudo que Deus faz é muito bom e que tudo coopera para o bem daqueles que o amam. Estava lamentando uma aparente derrota como se fosse o fim. Coloquei o problema no centro da minha vida. Dei muita importância a ele. Era como se eu não viesse a conquistar o que tanto almejava, eu não seria feliz. Que tola que fui! Como pude esquecer tudo o que aprendi?

Lembro-me agora que no auge do meu ministério, quando passava por algo difícil, eu orava pelas pessoas que poderiam estar passando pela mesma situação. Talvez não tivessem estrutura para passar por tal processo. E agora, me fechei no meu mundinho pensando somente em mim. Que egoísta! E olha que Deus sempre falava comigo através de várias formas e eu na minha ignorância, continuava padecendo. Até que enfim, entendi o propósito do meu Deus, aleluia! Afinal, enquanto a vida há esperança,não é mesmo? Tirei aquele probleminha tão pequeno, da tamanha importância que lhe dei. Deus voltou para o lugar que lhe pertence; O primeiro na minha vida.

Quer saber se o problema acabou? Ainda não! Mas, hoje me lembro de quem luta por mim. Sei que isso é necessário, e posso até agradecer ao meu Pai, por este momento. Posso agradecer pelo que irá acontecer. Não pense que estou inerte. Não é isso! É que aprendi a esperar confiantemente e com paciência no Senhor e deixei de ser como uma criança mimada que bate o pezinho e diz: EU QUERO! EU QUERO! E depois de receber o que quer, deixa de lado, ou não gosta, ou não suporta por que não era para ela. Quero que no tempo de Deus o que é meu chegue e quando chegar todos saberão que foi o meu Senhor Jesus quem fez isto!

Se você também está passando por um momento difícil que lhe faltam forças para lutar e até mesmo para crer, saiba que Deus não está indiferente a sua dor. Não permite querido (a) que esse probleminha se tranforme em doença da alma. O que é seu vai chegar na hora certa!